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Sunday, May 20, 2018
Cultura

Encontro do Samba no Rio de Janeiro

Encontro do samba 2018 - Rio de Janeiro. Créditos- Alexandre Macieira : Riotur
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Encontro do Samba no Rio de Janeiro

Logo após as festas de Reveillon, a praia de Copacabana abrigou um evento inédito, promovido pela Prefeitura do Rio, por meio da Riotur: ‘o Encontro do Samba’. Na noite do sábado, dia 6 de janeiro, o evento reuniu mais de 400 mil pessoas na praia, com a maior bateria já vista no mundo, composta de mais de 1000 ritmistas das 13 escolas de samba do Grupo Especial.

Encontro do Samba 2018
Encontro do Samba 2018 em Copacabana, Rio de Janeiro. A cantora Alcione, a Marrom, certamente não faltaria a um evento de importancia como esse. Foto: Alexandre Macieira / Riotur

Uma noite especial na praia tendo a participação de grandes cantores como Martinho da Vila, Alcione, Diogo Nogueira e outros. A Orquestra Sinfônica da Petrobrás também esteve presente, marcando o encerramento da programação do Réveillon do Rio 2018 e a abertura do Carnaval do Rio 2018.

Do Leme saíram sete escolas de samba, na altura da Avenida Princesa Isabel e, outras seis da altura da rua Siqueira Campos. Depois de um desfile pela Atlântica, os sambistas se juntaram à Orquestra Sinfônica da Petrobrás, para um show de deixar qualquer um de boca aberta, no palco montado em frente ao Hotel Copacabana Palace.

Selminha Sorriso / Porta bandeira da Beija-Flor de Nilópolis
Selminha Sorriso / Porta bandeira da Beija-Flor de Nilópolis

O evento praticamente é uma extensão do Réveillon, fazendo parte do calendário: ‘Rio de Janeiro a Janeiro’. A curadoria musical do Encontro do Samba reuniu 26 clássicos carnavalescos como: ‘Bum Bum, Paticumbun, Prugurundum’ (Império Serrano – 1982) e ‘Atrás da Verde e Rosa só não vai quem já morreu (Mangueira – 1994), entre outros sucessos que balançaram a Sapucaí durante os antigos carnavais cariocas. O Encontro transformou Copacabana num Sambódromo fora de época.

Um evento mais do que merecido para um povo que respira alegria e aonde o samba representa mais do que tudo a alma do carioca.

Encontro do samba
Presença dos surdos da bateria do Império Serrano, também conhecida como Sinfônica do Samba, comanda pelo Mestre Gilmar. Foto: Alexandre Macieira / Riotur

Enquanto as agremiações desfilavam, os intérpretes das escolas cantavam no palco, onde os primeiros casais de mestres-sala e porta-bandeiras se apresentavam com o charme carnavalesco e a paixão pela bandeira que apresentam. Participação especial da bailarina Ana Botafogo.

Casal de mestre sala e porta bandeira da Portela
Casal de mestre sala e porta bandeira da Portela

 

Seguindo esse show de cores e beleza , 63 músicos da Orquestra da Petrobrás, sob a regência do lendário Isaac Karabtchevsky, tocaram músicas como ‘Also Sprach Zarathustra’ de Richard Strauss, intercalando com a grande Alcione que cantou músicas como: ‘Não deixe o Samba Morrer’ e ‘Folhas Secas’.

O sambista Diogo Nogueira clássicos do samba: Foi um Rio que Passou em Minha Vida e ‘O Show tem que continuar’. O Grande Martinho da Vila, mostrou o seu ‘Feitiço da Vila’ e ‘Saudades de Amélia’ e, por aí foi noite adentro. Finalizando esse espetáculo maravilhoso, todos cantaram a Aquarela do Brasil e Eu sou o Samba. Uma noite que entrou para a história, certamente.

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